quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Velharia... e etc.

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No mês de agosto, num sábado, fiquei remexendo meus cadernos velhos da escola, todo o tipo de caderno: caderno de matemática, português, inglês, geografia, do quinto ano, primeiro ano, do ensino médio, e até o que não era caderno: folhas de fichário, apostilas e uns livros de ilustração para fazer cópia para trabalhos escolares (acho que nunca usei aquilo, nem sei de quem era). Aí, nesse monte de papel e pó, encontrei umas folhas "limpas" (com aspas, porque estavam empoeiradas, só eram limpas dos meus rabiscos) em cadernos de desenho. Eu tinha cadernos de desenho que eram para geometria. Não lembro mais como se resolve problemas de matemática, não lembro mais de fórmula nenhuma. Não sei se consigo resolver uma equação do segundo grau se eu ver ela, nem sei se vou identificar direito pra falar a verdade... Não uso várias dessas coisas que aprendi na escola. Eu esqueci tudo. Precisava voltar a estudar tudo isso, pra passar naqueles concursos (vestibular eu acho que não vou fazer mais, na verdade eu nem fiz um pra entrar pra facu, só tive que fazer o ENEM - que aliás, eu nem vi que foi nesse final de semana, foi? - e a inscrição pro ProUni).
Então, depois que achei aquelas folhas limpas de caderno de desenho, sem pestanejar, arranquei todas elas. Uma a uma. No meio dessas folhas de caderno de desenho eu encontrei essa velharia aí de cima. Deve ser de 2004-2005, sei lá, só lembro que o desenho foi feito com base no visual de um personagem do mangá Chobits. Eu gostei do visual e achei meio vampiresco, um estilo dark. Acabei transformando esse cara que desenhei num vampiro para a história de SONHOS (sim, até vampiros eu pensei em colocar lá). Até imaginei a história dele, mais ou menos, mas acho que não dei um nome pra ele... Ele era um meio-vampiro, na escuridão se tornava um ser das trevas que precisava se alimentar de sangue, enquanto na claridade da luz solar ele seria mais humano. Ele seria o líder racional de um bando de vampiros famintos, num lugar deserto, não se arrumaria o alimento facilmente, era preciso pegar a presa e criá-lo, sugando aos poucos...
Esse desenho estava à lápis, só contornei com nanquim.
Imaginei que a roupa dele poderia ser vivo. Os jíperes são como bocas cheias de dentes afiados. Os acessórios que ele usa seriam instrumentos de auto-tortura... E inventei uns motivos estranhos pra tudo isso, e eu até que lembro de todas essas coisas, só não sei se eu conseguiria encaixá-los na história... 

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Bem... Último semestre é... ****!?!?! Nem sei o que dizer, mas agora consegui me acalmar um pouco e pensar "positivamente". Eu vou conseguir dar conta de tudo isso. Eu sei que sou capaz disso. E se eu não conseguir, faço depois de algum jeito. Não preciso ter pressa. Afinal, não vou conseguir salvar o mundo pensando sozinha. Um dia eu encontro uma solução para todos os problemas do mundo... ou não... Não precisaria disso... afinal... Estou ainda numa crise existencial...
Eu ainda não morri... mas estou morrendo... a cada dia...
 
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